1991
Em maio desse ano, Siron foi convidado pelo SESCPompéia em São Paulo, a fazer uma instalação e ele juntou dois tópicos controversos: a rápida destruição ecológica no Brasil e a corrida do ouro rumo a Serra Pelada. A instalação recebeu o nome de “À flor da Terra” e ocupava um espaço de 920 m2.
Nesse ano Siron participou de cinco exposições coletivas. “Viva Brasil Viva”, em Estocolmo.
“Siron, Reynaldo e Scliar” na Galeria Ranulpho, em São Paulo.
“Perspective on the Present – Contemporary Painting of Latin American and the Caribbean” no Nagoya City Art Musem, em Nagoya.
“Latin American Spectrum”, na Elite Fine Arts Gallery, em Coral Gales, EUA.
Fez três exposições individuais:
“Noites Brasileiras”, em Campo Grande.
“Siron Franco – Recent Paintings”, na Elite Fine Arts Gallery, em Coral Gables.
“Rua 57”, na Agência de Arte em Porto Alegre.

1992
Siron criou o monumento às Nações Indígenas, doando-a à Fundação Xapuri.
Participação do artista em sete exposições coletivas: “Imaquinaciones – dieciseis miradas al 92”, México, Nova York e Madrid e várias cidades do Brasil.
“Selbstendeckung”, na Zurich Kunsthaus;
“Eco Arte 92”, Museu de Arte Moderna do Rio Janeiro;
“Chicano e Latino”, Kimberly Gallery, Washington;
“L’art Latin” durante o festival de Biarritz,
“Cross Culture Currents in Contemporary Latin American Art”, em Londres.
Durante o segundo semestre, Siron realizou três exposições individuais:
No Elite Fine Arts, em Coral Gables, nas Elms Lesters Painting Rooms, em Londres e “Goiânia Rua 57”, na OEA, em Buenos Aires e Galeria Gazeta Mercantil em Brasília.

1993
Participou de duas exposições coletivas: “Searching for self-identity”, na University of Essex Art Gallery e “A árvore de cada um”, na Galeria Montesanti, em São Paulo.
Em agosto fez uma mostra individual na Gaymu Inter Art Galerie, em Paris e, em dezembro, para o Dia Internacional da AIDS, Siron criou um rosário de 80 metros de comprimento, que foi carregado em procissão por um numeroso grupo de pessoas pelo centro de Goiânia.

1994
Participação em oito exposições coletivas:
“Cem anos de arte brasileira”, no Museu de Belas-Artes, no Rio de Janeiro.
“Vida e arte do circo”, na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
“Arte Latinoamericano de los Noventa”, no Art and Culture Center of Hollywood “.
“Bienal Brasil Século XX”, na Fundação da Bienal de São Paulo.
“América” no MASP, São Paulo.
“Os novos viajantes”, no SESCPompéia, São Paulo.
“Paisagens”, na Galeria São Paulo.
Em julho, o artista foi convidado para participar do prêmio MARCO, no Monterrey Museum of Contemporary Art. A obra enviada, um políptico intitulado Marcas na tela, passou a fazer parte do acervo do museu.
Além dessas, realizou três exposições individuais: em maio, na Durini Gallery, em Londres. Em outubro e dezembro “Siron Franco – pinturas recentes”, montadas na Bolsa de Artes em Porto Alegre e na Elite Fine Arts, em Coral Gables, respectivamente.

1995
Siron participa das seguintes coletivas:
Rio Mystères et Frontières – Musée de Puly – Suíça e também no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro e no Salão Preto e Branco do Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
Destacam-se as seguintes exposições individuais:
Via Sacra – BRB Galeria em Brasília.
Objetos Mágicos – exposição itinerante, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo.
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
Galeria Marina Potrich em Goiânia.
ARIA, Recife.
Palácio do Itamarati, Brasília.

1996
Siron participa de exposições individuais, tais como “Pinturas Recentes”, no Escritório de Arte da Bahia, Salvador.
“Embalagens e Objetos Mágicos” na Fundação Banco Patrícios, Buenos Ayres, Argentina.
Siron participa das seguintes coletivas:
“UECLAA Highlights”, no Bolivar Hall, Londres.
Arte Brasileira Contemporânea, Brasilianische Kunst der Gegenwart – exposição comemorativa dos 100 anos da Bayer – Leverkusen, Alemanha e Dormagen também na Alemanha.
Museu de Arte Moderna, São Paulo.
Utopia, Casa das Rosas, São Paulo.
10 Artistas Brasileiros, Museu de Arte Contemporânea do Chile, Chile.
“Off Biennial”, Museu da Escultura Brasileira, São Paulo.

1997
Siron faz exposições individuais em Belo Horizonte, na Galeria de Arte Manoel Macedo, “Curtume” e “Instalação dos 7 Ministérios”, MUBE, Salvador, Bahia.


1998
O artista apresenta exposições individuais em Curitiba, com “Visões” na Simões de Assis Galeria de Arte.
“Siron Franco – Pinturas dos 70 aos 90, Retrospectiva”, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e Pinacoteca do Estado (Pavilhão Manoel da Nóbrega, Parque Ibirapuera), São Paulo.

1999
Este foi um ano de muito trabalho e muitas exposições.
Fez a Coletiva “A Resacralização da Arte” – SESCPompéia em São Paulo.
As individuais: “Siron Franco: Mostra Retrospectiva MARGS”, Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, em Porto Alegre.
“A vida Bate – Pinturas sobre papel”, Museu da Escultura Brasileira MUBE, São Paulo.
“Pinturas Recentes”, Bolsa de Arte, Porto Alegre.
Instalação “Salvai Nossas Almas”, 2800 roupas manchadas de sangue sobre lona, reproduzindo uma folha de jornal gigantesca, com ampliações de notícias verídicas veiculadas pela imprensa (de 95 a 99), denunciando a violência contra mulheres e crimes de pedofilia, na Esplanada dos Ministérios, Brasília.

2000
Participa do maior evento cultural do país, Mostra do Redescobrimento, com a exposição “Brasil 500 anos”, Fundação Bienal, Pavilhão Bienal de São Paulo.
Além desse trabalho magnífico, apresenta exposições individuais, como:
“Casulos” no Foyer do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília.
“Cocoons” Ims Lesters Rooms, em Londres, Inglaterra.
“Siron 800 vezes – Cerâmicas”, no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
“A vida Bate” – Pinturas sobre papel – Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Goiânia, levada também para Porto Alegre, no Centro Cultural APLUB.
Série “O que vi pela TV” no Elite Fine Art em Coral Gables, EUA.

2001
Participa da exposição coletiva “Itinerância da Mostra do Redescobrimento” pelo Brasil e exterior.
Apesar do excesso de trabalho, expõe, ainda, individualmente:
“Vestígios – Série Césio”, (Camas – objetos escultóricos). Fundação Jayme Câmara em Goiânia.
“Casulos”, Centro Cultural APLUB, em Porto Alegre.
Galeria Nara Roesler em São Paulo.
Capela do Solar do Unhão, Salvador.
“Siron Cerâmicas” (placas esmaltadas). Foyer do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília.

2002
Participa de várias exposições individuais:
Instalação “Intolerância”, no Memorial da Liberdade, em São Paulo.
“Desenhos Siron Franco” Galeria Paulo Darzé, Salvador.


PRINCIPAIS PRÊMIOS:

2002
Prêmio Mário Pedrosa – Artista Contemporâneo do ano 2000 – ABCA, Brasil.

1987
Prêmio Lei Sarney, Rio Grande do Sul, Brasil.

1984
IV Bienal Ibero-Americana de Auto-Retrato – Cidade do México, México.

1982
Prêmio – Melhor Exposição do Ano – Rio de Janeiro, Brasil.

1980
Prêmio Mário Pedrosa – Melhor Exposição do Ano – ABCA, Brasil.
Prêmio Dez Artistas da Década Hilton – São Paulo – Brasil.

1975
Prêmio Internacional de Arte na XII Bienal Internacional de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Prêmio Viagem ao Exterior no XXIV Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil.

1974

Prêmio Melhor Pintor Brasileiro na XII Bienal Nacional de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Prêmio de Isenção de Júri no XXIII Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil.

1973
Prêmio Viagem ao México no I Salão Global da Primavera, Brasília, Brasil.

1968
Prêmio na II Bienal de Salvador, Salvador, Bahia.

 

 

 


Sem Título, 1989, OST, 90x80cm

 

histo7.jpg (4400 bytes)
O apicultor, 1984, OST, 155x135cm

 


Instalação Intolerância, Objeto escultório com cilindro em aço, 2002

 

 

 

 

 

 

 

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